Por meio do exemplo do programa filantrópico Les Moments Culturels, a Vivendi mostra como uma empresa pode agir concretamente em favor de um acesso mais inclusivo à cultura.
A intervenção destaca o papel da cultura como vetor de emancipação, coesão social e autoconfiança, além da capacidade das empresas de criar pontes entre instituições culturais, artistas, associações e o público.
Pontos principais levantados
- A cultura pode ser um poderoso fator de inclusão social e de autoconfiança
- O acesso à cultura exige ações concretas e experiências adaptadas aos diferentes públicos
- As empresas podem desempenhar um papel ativo na democratização cultural
- A diversidade cultural também se constrói por meio de parcerias entre empresas, atores culturais e organizações da sociedade civil
Por que a cultura é uma questão fundamental de ESG
O acesso à cultura ainda é profundamente desigual, embora a cultura desempenhe um papel essencial no desenvolvimento humano, na coesão social e na abertura ao outro. Ao apoiar iniciativas culturais inclusivas, as empresas contribuem para reduzir desigualdades sociais e territoriais, ao mesmo tempo em que reforçam seu impacto social. A cultura torna-se, assim, uma alavanca concreta de inclusão, diálogo e desenvolvimento sustentável.
De que forma as empresas podem se beneficiar ao incorporar a cultura em suas estratégias de ESG?
- Uma contribuição concreta para a inclusão social
- Um fortalecimento do vínculo com territórios e comunidades
- Uma valorização do compromisso social junto a diferentes stakeholders
- A criação de parcerias com impacto duradouro