Exemplo de boas práticas: Vivendi, a cultura como alavanca de inclusão social.

maio 29, 2026

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Vivendi, com Damien Marchi e Claudia Ambruosi

Por meio do exemplo do programa filantrópico Les Moments Culturels, a Vivendi mostra como uma empresa pode agir concretamente em favor de um acesso mais inclusivo à cultura.

A intervenção destaca o papel da cultura como vetor de emancipação, coesão social e autoconfiança, além da capacidade das empresas de criar pontes entre instituições culturais, artistas, associações e o público.

Pontos principais levantados

  • A cultura pode ser um poderoso fator de inclusão social e de autoconfiança
  • O acesso à cultura exige ações concretas e experiências adaptadas aos diferentes públicos
  • As empresas podem desempenhar um papel ativo na democratização cultural
  • A diversidade cultural também se constrói por meio de parcerias entre empresas, atores culturais e organizações da sociedade civil

Por que a cultura é uma questão fundamental de ESG

O acesso à cultura ainda é profundamente desigual, embora a cultura desempenhe um papel essencial no desenvolvimento humano, na coesão social e na abertura ao outro. Ao apoiar iniciativas culturais inclusivas, as empresas contribuem para reduzir desigualdades sociais e territoriais, ao mesmo tempo em que reforçam seu impacto social. A cultura torna-se, assim, uma alavanca concreta de inclusão, diálogo e desenvolvimento sustentável.

De que forma as empresas podem se beneficiar ao incorporar a cultura em suas estratégias de ESG?

  • Uma contribuição concreta para a inclusão social
  • Um fortalecimento do vínculo com territórios e comunidades
  • Uma valorização do compromisso social junto a diferentes stakeholders
  • A criação de parcerias com impacto duradouro