Exemplo de boa prática : COFACE, Inclusão cultural em multinacionais

jan 6, 2026

Com Silvia Heidrich, Global Champion DEI da COFACE

A partir de um exemplo concreto de treinamento sobre microagressões culturais, Silvia Heidrich mostra como levar em conta a diversidade cultural pode transformar profundamente as práticas internas das empresas.

Sua intervenção destaca a maneira como essas iniciativas contribuem para criar ambientes de trabalho mais inclusivos, ao mesmo tempo em que reforçam o desempenho global da organização.

Pontos principais levantados

  • As microagressões culturais têm um impacto real nas dinâmicas internas das empresas
  • Ações concretas, como treinamentos, permitem sensibilizar e transformar práticas
  • Essas iniciativas reforçam a qualidade das relações de trabalho e a coesão das equipes, com efeitos positivos no desempenho e no engajamento
  • A diversidade cultural deve ser abordada de forma estruturada e operacional

Por que a cultura é uma questão fundamental de ESG

A gestão das microagressões culturais insere-se plenamente nas questões de diversidade, inclusão e bem-estar no trabalho, hoje no centro das estratégias de ESG. Ela permite prevenir formas invisíveis de discriminação, melhorar o clima organizacional e reforçar a equidade dentro das empresas. Ao integrar essas dimensões, as empresas desenvolvem ambientes mais inclusivos, responsáveis e sustentáveis.

De que forma as empresas podem se beneficiar ao incorporar a cultura em suas estratégias de ESG?

  • Uma melhoria do clima interno e da qualidade das interações
  • Um fortalecimento do engajamento e da retenção de talentos
  • Uma redução dos riscos relacionados a tensões ou incompreensões interculturais
  • Bases concretas para estruturar sua abordagem, conforme proposto pelo Selo IDC