Com Antoine Sautenet, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Michelin
Num contexto em que as empresas são chamadas a repensar seu papel na sociedade, levar em conta a diversidade cultural é uma alavanca estratégica ainda subaproveitada.
Por meio deste depoimento, Antoine Sautenet destaca a articulação entre cultura, desempenho e responsabilidade social, mostrando como essas questões se inscrevem concretamente nas práticas das organizações.
Pontos principais levantados
- A diversidade cultural é um fator de inovação
- Ela permite compreender melhor os mercados e as partes interessadas
- Ela contribui para reforçar a coesão interna e o engajamento das equipes
- Ela pode gerar um valor econômico tangível
Por que a cultura é uma questão fundamental de ESG
A cultura ainda está pouco presente nas estratégias de RSE, embora desempenhe um papel central nas dinâmicas sociais, territoriais e econômicas. Integrar a diversidade cultural permite que as empresas respondam melhor às expectativas de seus ecossistemas, ao mesmo tempo em que contribuem para modelos de desenvolvimento mais inclusivos e sustentáveis. É também uma alavanca para reforçar a relevância e o impacto das políticas de ESG.
De que forma as empresas podem se beneficiar ao incorporar a cultura em suas estratégias de ESG?
- Uma melhor adaptação aos contextos locais e internacionais
- Maior capacidade de inovar e antecipar as transformações
- Um posicionamento diferenciado em matéria de ESG
- Criação de valor econômico, social e territorial
- Bases concretas para estruturar sua abordagem, conforme proposto pelo Selo IDC