Por que a diversidade cultural faz parte da estratégia de ESG da Michelin, com Antoine Sautenet

mar 19, 2026

Com Antoine Sautenet, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Michelin

Num contexto em que as empresas são chamadas a repensar seu papel na sociedade, levar em conta a diversidade cultural é uma alavanca estratégica ainda subaproveitada.

Por meio deste depoimento, Antoine Sautenet destaca a articulação entre cultura, desempenho e responsabilidade social, mostrando como essas questões se inscrevem concretamente nas práticas das organizações.

Pontos principais levantados

  • A diversidade cultural é um fator de inovação
  • Ela permite compreender melhor os mercados e as partes interessadas
  • Ela contribui para reforçar a coesão interna e o engajamento das equipes
  • Ela pode gerar um valor econômico tangível

Por que a cultura é uma questão fundamental de ESG

A cultura ainda está pouco presente nas estratégias de RSE, embora desempenhe um papel central nas dinâmicas sociais, territoriais e econômicas. Integrar a diversidade cultural permite que as empresas respondam melhor às expectativas de seus ecossistemas, ao mesmo tempo em que contribuem para modelos de desenvolvimento mais inclusivos e sustentáveis. É também uma alavanca para reforçar a relevância e o impacto das políticas de ESG.

De que forma as empresas podem se beneficiar ao incorporar a cultura em suas estratégias de ESG?

  • Uma melhor adaptação aos contextos locais e internacionais
  • Maior capacidade de inovar e antecipar as transformações
  • Um posicionamento diferenciado em matéria de ESG
  • Criação de valor econômico, social e territorial
  • Bases concretas para estruturar sua abordagem, conforme proposto pelo Selo IDC